Descomplicando a Inteligência Artificial

Descomplicando a Inteligência Artificial

Baseado no livro Você, eu e os Robôs – pequeno manual do mundo digital, de Martha Gabriel

Muito se discute sobre quais os impactos que a Revolução Digital traz para a humanidade, suas transformações e como lidar com tudo isso. O que você acha disso? Até que ponto a tecnologia que nos é oferecida é benéfica e em que medida ela nos assusta? Ainda cabe se questionar: como será o nosso futuro?

Todas essas perguntas são discutidas por Martha Gabriel em seu incrível livro, que serve como base para muitos que se interessam pelo assunto. Nós vamos falar para você um pouquinho mais sobre o que ele aborda!

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Revolução digital

Estamos num cenário em que a internet está em todos os lugares. Ela é utilizada como plataforma de comunicação entre as pessoas, negócios, entretenimento, relacionamentos e aprendizagem. Tudo é perfeito aos olhos de muitos. No entanto, os desafios e receios são questionados constantemente.

As pessoas que não nasceram nessa era digital, chamados de ‘analógicos’ precisam aprender com ela, afinal, os impactos da tecnologia já atingiram os mais diversos elementos da sociedade.  

Já são mais de 4 bilhões de pessoas conectadas à internet em escala mundial no ano de 2018. É muita coisa!!! O Brasil é o terceiro no ranking de países com população online.

Outros estudos apontam que o comportamento humano está sendo modificado devido à internet e tecnologia que nos cerca. As relações pessoais e até mesmo as formas das empresas se relacionarem com seus clientes mudou.

Para a autora, esses fatores, aliados às redes sociais são só a pontinha de um enorme Iceberg. Existem muitas outras mudanças invisíveis a olho nu, criadas por algoritmos muito complexos, que impactam a vida de nós, seres humanos.

 

Surgimento da Internet das Coisas

O cotidiano que a sociedade hoje vivencia, cercado pela Internet das Coisas interliga-se totalmente com a indústria (automação de softwares). É muito comum encontrarmos aparelhos, itens e até mesmo roupas que se conectam de alguma forma a computadores, smartphones ou tablets, seja via cabo ou nuvem.

Você provavelmente já viu ou ouviu falar de uma pulseira inteligente. Além de servir como um relógio, ela monitora também os batimentos cardíacos e calorias de uma pessoa, podendo receber até mesmo receber ligações e mensagens.

Esses dados são possíveis graças a um aplicativo de celular que capta os dados e os transforma em informações que auxiliam você a entender melhor sobre a sua saúde. Muito bacana, não é mesmo?

Sendo assim, a Internet das Coisas liga informações culturais e humanas com as máquinas. Essas máquinas decodificam essas informações para as redes, transformando-as em dados. Portanto, objetos comuns utilizados pela sociedade no dia a dia podem trazer novas formas de utilização quando conectados à internet.

Tudo isso é possível graças ao Big Data, que torna possível a decodificação desses grandes volumes de dados numa velocidade surpreendente. Aliando a comunicação digital e o avanço tecnológico, surge então a Internet das Coisas, a IoT, que auxilia em diferentes áreas da humanidade, desde biotecnologia a realidade virtual e aumentada.

Viu como cada vez mais a internet ‘entra’ no cotidiano das pessoas, modificando suas relações e modos de realizar atividades? Portanto,

atualizar-se é preciso!

Todos os dias nós somos bombardeados por novas informações, novos formatos de “máquinas computacionais, fragmentado em bits e bytes, hipertextualidade, complexidade, redes sociais, tecnologias mobile, realidade virtual, realidade aumentada, tecnologias de voz, vídeos imersivos, impressão 3D, inteligência artificial, internet das coisas, chatbots e robôs”. A lista é enorme.  

 

Até onde a Inteligência Artificial vai?

A tecnologia está ultrapassando os limites do Radware e se expandindo ao mundo real. As máquinas inteligentes e bots cibernéticos estão se tornando robôs com formas físicas de humanos. Para muito isso é totalmente assustador.

Com a inteligência artificial já é possível programar robôs com traços de raciocínio, conhecimento, percepção, solução de problemas, aprendizagem e capacidades de manipular e mover objetos.

Na realidade, a ideia de se conseguir construir um ser artificial com habilidades humanas não é recente. Desde que o homem começou a projetar computadores ele já ‘sonha’ com esse feito.

Por isso a inteligência artificial é reconhecida como a área que estuda o desenvolvimento de máquinas ou computadores que tenham a capacidade de imitar a inteligência humana.

Mesmo que você não se dê conta, você já está cercado por ela. Sabe a Siri, Cortana ou o Google Assistant do seu smartphone que conversa e facilita os comandos para você? Pois é, eles são frutos da inteligência artificial e são chamados de softwares robots, carinhosamente apelidados de “bots”. Ele apenas não tem uma forma humana, mas ‘pensam’ e agem como um.

Seu uso não para por aí. O Youtube, Gmail, Spotify, Netflix, Amazon, Uber e diversos outros aplicativos e serviços utilizam de alguma forma a inteligência artificial para oferecer respostas inteligentes, analisar preferências, entre outras atividades que descobrem os gostos, costumes, lugares e preferências dos usuários.

Contudo, a inteligência artificial pode ultrapassar as barreiras, podendo superar os bots. Aliando a inteligência artificial, que cria as ‘mentes’ artificiais a robótica, responsável pelos ‘corpos’ artificiais é possível criar um robô semelhante a nós.

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A grande questão é: até que ponto isso é benéfico? Qual a relevância de criar robôs que ultrapassam os limites das máquinas? Como ficará o ambiente de trabalho?

Como quase tudo na vida tem prós e contras, o uso da inteligência artificial pode ser utilizada no jornalismo, no ramo automobilístico, nas empresas, na área da saúde ou apenas para entretenimento, atuando de forma a auxiliar e melhorar atividades cotidianas.

Sempre que utilizada de forma positiva ela tem o potencial de elevar o desenvolvimento da nossa sociedade se bem aplicada e igualmente distribuída. No entanto, para muitos estudiosos esses avanços podem se tornar uma invenção perigosa, colocando em jogo até o fim da sociedade.

Ela pode causar ainda mais desigualdades ou podemos perder o controle dessas máquinas. Justamente por isso é preciso ter amplo conhecimento e controle da situação, para que as evoluções tecnológicas e humanas andem juntas.

 

Gostou do texto de hoje? Fica ligado nas redes sociais e aqui no blog que em breve voltaremos com mais um Descomplicando a Inteligência Artificial!

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